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IPHONE: A revolução na ponta dos dedos PDF Imprimir E-mail
19 de June de 2008
 
iphone
Confirmado para chegar (oficialmente) ao Brasil ainda em 2008, o iPhone da Apple, desperta o interesse de executivos interessados em suas funcionalidades aos mais fervorosos geeks (fanáticos por tecnologia). 
 
A Expressar Comunicação estuda há meses todos os passos desta ferramenta (ou brinquedo, para alguns) que chega para avançar mais um passo em nosso conceito de comunicação entre massas. 
Durante a década de 90, a telefonia revolucionou as massas. Enquanto a telefonia fixa tinha suas tarifas reduzias e contrato de adesões seguindo a mesma tendência, a telefonia móvel descobria seus nichos de mercado. Paralelamente, a compressão de um formato de áudio 'pipocava' nos computadores dos 'nerds', que compartilhavam suas músicas em um programa gratuito chamado Napster. Era a telefonia celular e o mp3 encerrando o primeiro milênio sem imaginar o que viria a seguir.
 
A primeira década do milênio já se deparava com essas 3 revoluções que marcavam a vida de bilhões de pessoas comuns, empresas e o mercado mundial: MP3, internet e telefonia celular. A metade desta década foi marcada por uma espécie de 're-revolução'  destas três tecnologias. A internet encontrou o Wi-fi (internet sem fio e sem limites), o mp3 encontrou o ipod (tocador mais famoso no mundo - que deu origem inclusive a outras terminologias como podcast, videocast) e o celular encontrou o smartphone (aparelho de telefone celular que reúne diversas funcionalidades, muitas delas usadas comumente em computadores de mesa). E hoje temos o iphone, que reúne tudo isso e um 'pouco' mais. 
 
imac promoçõesImperalismo, Socialismo, Capitalismo e Apple
 
Os anos 80 foram marcados por famosas disputas: EUAxURSS, VHSxBetamax, PCxMacintosh.
 
SteveJobs, co-fundador da Apple Inc, NeXt e dos Estúdios Pixar, iniciou na segunda metade da década de 90 uma restruturação de seu principal investimento: o formato Macintosh, agora simplesmente Mac. O iMac ressurgiu num formato inovador e moderno (até hoje ele é um ícone), com cores vibrantes, para conquistar um mercado até então dominado por seu amigo e concorrente, Bill Gates, o tradicionamente conhecido PC (Personal Computer) que utiliza o seu sistema operativo Windows. Desenvolvendo cuidadosamente suas plataformas, Jobs utilizou suas principais ferramentas para lançar seus produtos: Ousadia, Design e Inovação. 
 
Assim surgiram as novas gerações dos iMacs, eMacs, Macbooks, Powerbooks e o, hoje popular, iPod. Enquanto a indústria fonográfica brigava inutilmente com o público (consumidor de seus produtos), a Apple estudava, preparava e inovava com o iPod, seu tocador de MP3, e o iTunes, inicialmente uma simples ferramenta de transferência de arquivos de música, e hoje, maior loja de música online do mundo. Para quê comprar todo o novo álbum da Madonna se eu posso comprar '4 minutes to save the world' por 1,99 dólar no www.apple.com?
 
Alguns anos (e upgrades) se passaram e o iPod mudou de nome: iPod Classic. Sim, porque surgiram o Nano, o Shuffle, e hoje o Touch. Mas o Touch, é outra história. Ele veio do iPhone.
 
iphone no BrasiliPhone e o mundo
 
O iPhone não é simplesmente um misto de iPod com telefone celular. Ele é um misto de tecnologias que mudará para sempre tudo o que você sabe sobre computadores, internet e telefonia celular. Se você pensa que o seu monitor de LCD de 22 polegadas, com contraste de 5.000:1 é o máximo da tecnologia, prepare-se para sentir-se um 'tiozão' em 2009. O iPhone traz consigo uma gama tão grande de possibilidades, que é impossível narrar nesta pequena grande matéria de nosso site. 
 
O conceito pregado por Steve Jobs é ainda muito complexo para muitos, mas tem semelhanças com o dos estudantes Larry Page e Sergey Brin (em breve escreveremos sobre eles aqui no Portal Expressar). Prega, basicamente, a idéia de que a tecnologia nas mãos de todos (consumidor, pequenas, médias e grandes empresas) é bom para todos. Se todos interagem, todos ganham. Se todos ganham, todos compram. Se todos vendem, todos ganham.
 
Tecnologia
 
O primeiro modelo do iPhone que a Apple lançou, certamente, revolucionou o seu recém comprado, aparelho de celular. Seja pela câmera digital com alta definição, pelo tocador de MP3 com navegação por artista ou gênero, pela forma como organizar seus contatos e criar uma agenda e calendário ou pela tela sensível ao toque. Mas não pense que o iPhone tem simplesmente uma tela sensível ao toque. Ele tem a tecnologia Multitouch. Enquanto a telinha 'touchscreen' de seu smartphone reconhece sempre o primeiro toque de um de seus dedos (alguns reconhecem até o movimento, como o Touch-Flo do HTC), o 'gadget' da Apple reconhece o movimento de 2 ou mais dedos em sua tela (muito resistente, a propósito). Por exemplo: Ao tocar com dois dedos (indicador e dedão), de forma a abri-los, o seu iPhone entende que você quer ampliar a imagem. Ao fazer o movimento contrário, entende-se que quer afastar a imagem. Isto é muito útil ao navegar por uma página web no navegador (O moderno e simples Safari, da Apple, é claro).Iphone At&t
 
 No lançamento do iPhone, em 27 de junho de 2007, milhares de pessoas aguardavam ansiosamente nas portas das Apple Store e da AT&T, até então, única operadora a oferecer planos e aparelhos para este 'serviço'. Aos poucos, outras operadoras na Europa tiveram acordos e contratos assinados com a empresa de Jobs para venda do tão sonhado 'brinquedo'.  Mas até isso ocorrer, a AT&T, operadora americana, sofreu diversas retaliações por parte dos usuários. 
 
Além de todas as funcionalidades, um fator predomina quando se trata de um Mac: Status. Atualmente, estima-se que existam cerca de 300 mil iphones em operação no Brasil. Tudo isso, extra-oficialmente. Ou seja, enquanto o aparelho custa 299,00 dólares nos Estados Unidos, tem muito 'brazuca' pagando R$1.400,00 por um iPhone desbloqueado, para ser usado com o chip de qualquer operadora nacional.
 
  iPhone no Brasil
3G
 
A Apple anunciou na primeira semana de junho que a segunda geração do iPhone contará com a tecnologia HSDPA, popularmente conhecida como 3G: A terceira geração de telefonia celular.  
 
Juntamente com a alta velocidade em navegação (via rede celular. Via internet, o antigo iPhone já oferecia navegação via Wi-Fi), o novo modelo do iPhone de Steve Jobs oferece mais recursos, inclusive através de aplicativos que serão vendidos na Appstore. Softwares, jogos e utilitários para todos os usuários do iPhone. Um acordo conjunto da Apple com as operadoras que oferecerão o aparelho ao consumidor final disponibilizarão através desta 'loja virtual' estes widgets para o iPhone. 
 
Se o que faltava no iPhone era velocidade na navegação na rede da operadora de telefonia contratada, Jobs não se contentou e inseriu um GPS (Sistema de localização global via satélite) neste novo modelo. Mapas de ruas, rotas de viagens, dentre outras centenas de possibilidades, estão agora na ponta dos dedos dos usuários do novo iPhone. Tudo isso, aliado às milhares de possibilidades que surgirão com os softwares disponíveis no Appstore, o iPhone romperá muitas barreiras.
 
Barreiras quebradas
 
Incomodado com o filme que a sua companhia aérea escolheu para a sua viagem de São Paulo a Nova Iorque? Se você viajar pela United Airlines, isso não será problema. Basta plugar o seu iPhone ou iPod ao dock de sua poltrona, e asistir (ou ouvir) ao conteúdo de seu dispositivo Mac. Este formato de encaixe também está disponível em diversos eletroeletrônicos vendidos em todo o mundo, graças à sua popularidade.
 
Mas nem tudo são flores. Apesar da tela multitouch do iPhone (e do iPod Touch) serem resistentes à gordura (natural) de nossos dedos, as mulheres reclamam que suas unhas atrapalham na navegação e manuseio. Já trabalhadores que utilizam em lugares empoeirados, agradecem por não entrar sujeira por entre as teclas, que simplesmente não existem neste aparelho.
 
Outro tabu (pra não dizer polêmica ou guerra) é o preço do iPhone. Em seu lançamento, o celular com 4GB de espaço disponível custava 399 dólares (o de 8GB custava U$499,00). Quando a Appe lançou o modelo de 16GB, o preço era 100 dólares a menos. Consumidores 'deram o grito' e conseguiram um desconto do mesmo valor, que defasaram seus modelos, na compra de novos produtos Apple. Nada mais justo (e esperto, claro!). 
 
Só que agora é um novo produto. Uma nova tecnologia. E pasmem! Menos 200 dólares em relação ao lançamento daquela época. O modelo básico do iPhone 3G, anunciado recentemente, custará, nos EUA, exatos U$199,00. Operadoras de telefonia européias já anunciam o tão desejado gadget por mísero Um Euro, graças à subsídios de impostos e planos corporativos ou exclusivos. 
 
No Brasil, Vivo e Claro já anunciaram (e confirmaram) que trarão o iPhone ainda em 2008, mas nenhuma campanha foi divulgada até o momento. Mas tal anúncio já fez o preço dos iPhones caír cerca de 30% no mercado negro. 
 
Agora o segredo é esperar pela guerra entre as operadoras nacionais para lançar o maior desejo de consumo da atualidade chegar às vitrines nacionais. E a Expressar não deixará de acompanhar cada passo deste momento crucial neste momento de convergência digital. Fique atento e não deixe de acessar o nosso site. 
 
 
 
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